INTERVENÇÃO CÍVICA EM DEFESA DO PATRIMÓNIO

Em 2012 a ASPA comemorou os 35 anos de intervenção em Braga e, numa cidade em que as intervenções livres dos cidadãos foram, durante anos, ignoradas, hostilizadas ou mesmo reprimidas, a ASPA, contra ventos e marés, sempre demonstrou, no terreno, que é verdadeiramente uma instituição de utilidade pública.
Numa época em que poucos perseguem utopias, não queremos descrer da presente e desistir do futuro, porque acreditamos que a cidade ideal, "sem muros nem ameias", ainda é possível.
DEZEMBRO DE 2013
O novo executivo municipal suspende o PDM na área da ZEP das Sete Fontes.
Foi dado o 1º passo e há, finalmente, a esperança para o Monumento Nacional.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

VALORIZAÇÃO DE BRACARA AUGUSTA... há novidades a anunciar na Braga Romana?


Ao longo de quase 40 anos, desde a sua fundação, a ASPA denunciou atentados contra Bracara Augusta, sensibilizou os bracarenses para a sua defesa e incentivou a  valorização.
Os textos publicados na coluna Entre Aspas, no Diário do Minho, demonstram a persistência na luta pela defesa desse património arqueológico* que a todos nós pertence. 
Nos últimos anos, enquanto cidades com património idêntico apostavam na sua valorização (destacamos Lisboa ou Mérida, entre outras cidades da vizinha Espanha), Braga não tem sido capaz de perceber que muito teria a  ganhar com uma opção idêntica, apesar dos estudos realizados pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.
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Bracara Augusta como recurso turístico - para quando?
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Ficção em 2012. Quando se tornará realidade?
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Para quando?







Dos recursos de Bracara Augusta só foram recuperados e valorizados:
  • as ruínas das Frigideiras do Cantinho;
  • os banhos pré-romanos da Gare dos Caminhos de Ferro; 
  • a Fonte do Ídolo; 
  • o peristilum da Domus de Santiago;
  • os banhos romanos do Alto da Cividade;
  • as ruínas da Escola Velha da Sé (visitáveis mediante marcação prévia).

O Teatro Romano e a Ínsula das Carvalheiras, continuam esquecidos, entre prédios. A necrópole e ruínas descobertas nas obras do Street Fashion estão escondidas nas caves de um centro comercial que as oculta. 
Recursos que aguardam uma oportunidade que lhes restitua  a dignidade que  em tempos tiveram.

* aspa.pt    Entre Aspas

segunda-feira, 18 de maio de 2015

ENTRE ASPAS - "Manutenção do espaço arbóreo, podas e reclamações"

As chamadas podas camarárias, à base de mutilações de árvores, reduzem drasticamente a sua longevidade, tornam estas mais vulneráveis à doenças, acelerando o risco de queda...".
Diário do Minho - 18 de maio

sábado, 9 de maio de 2015

Gemeram os prelos no Minho em 2014

Henrique Barreto Nunes apresenta-nos um breve balanço da actividade editorial minhota no ano de 2014. 
Um desafio à descoberta destas obras e, também, um elogio à actividade impressora como veículo de divulgação de informação e conhecimento.
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Diário do Minho - 6 de Maio 2015 
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terça-feira, 5 de maio de 2015

ENTRE ASPAS - "O Estudo e Conservação das Antiguidades do Arcebispado de Braga"

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"O estudo das antiguidades, como outrora se dizia, tem uma longa tradição no Norte de Portugal, que remonta ao séc. XVI. Braga e o Arcebispado contribuíram decisivamente para manter e aprofundar essa tradição. As referências de Dom Rodrigo da Cunha acerca de Bracara Augusta foram comprovadas por estudos arqueológicos do séc. XX e XXI. O primeiro desenho de Arte Rupestre em Portugal (Cachão da Rapa, Vale do Douro) foi divulgado na obra do Contador de Argote. O estudo dos vestígios materiais do passado em Portugal destacou-se em Braga desde o Renascimento, facto que não pode ser ignorado, tal como o contributo de Francisco Martins Sarmento e de Guimarães. 
Esta dinâmica prossegue no séc. XXI."

segunda-feira, 27 de abril de 2015

UMA HORTA EM CASA

Semear, ver crescer as plantas e utilizá-las para fins alimentares ou medicinais, ainda está ao alcance de quem vive na cidade. UMA HORTA EM CASA pode ser a solução para quem não desistiu desse sonho.
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segunda-feira, 20 de abril de 2015

ENTRE ASPAS - "Sinalética urbana e a descoberta do património"

Braga não tem uma estátua que evoque vivências  de Bracara Augusta, da Braga Medieval ou Barroca, nem painéis informativos que incentivem à descoberta dos monumentos dessas épocas. Não tem representações físicas que relembrem aos turistas que nos visitam ao longo do ano, que se justifica voltar na Semana Santa, na Braga Romana, no São João, na Braga Medieval (evento já realizado e, lamentavelmente, abandonado). Não tem sinalética global apelativa, em locais centrais, que desafie e oriente os visitantes à descoberta da cidade e do concelho.
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Diário do Minho - 20 abril 2015

segunda-feira, 6 de abril de 2015

ENTRE ASPAS - "Revistas culturais minhotas"

No Minho, em 2014, publicaram-se nove revistas dedicadas à cultura e estudos locais...
Diário do Minho - 5 abril 2015

sexta-feira, 3 de abril de 2015

SEMANA SANTA

Na Semana Santa bracarense, que está prestes a terminar, destacamos a importância da informação divulgada através da exposição patente ao público no Salão Medieval, do Largo do Paço. 
Explica cada uma das procissões e o significado dos farricocos e apresenta, também, documentos alusivos à história dos principais momentos vividos na Semana Santa,  entre os séc. XVI e XIX. Contém informações essenciais à compreensão deste evento, de cariz religiosa, que tantos turistas atrai à cidade.




quinta-feira, 2 de abril de 2015

BRAGA TOP SECRET - segredos de Braga

A revista VISÃO desafia os leitores à descoberta de Braga. 
O livro "Braga Top-Secret", recentemente publicado pelo Centro Atlântico, é um cartão de visita para a descoberta de Segredos de Braga. Segredos nem sempre escondidos, mas que passam despercebidos nos percursos que fazemos pela cidade.




segunda-feira, 23 de março de 2015

ENTRE ASPAS - "O solo e a paisagem do Minho"


Sendo o solo o suporte de espécies arbóreas, arbustivas e herbáceas que caracterizam a paisagem do Minho e constituem suporte de vida à fauna selvagem, urge assumir a sua proteção como estratégica para o desenvolvimento sustentável da região. Assegurar políticas locais de proteção do solo e da paisagem é um desafio que se coloca aos municípios no âmbito da gestão do território, através dos planos diretores municipais. Podem ir mais além e, através da adesão a projetos comparticipados, incentivar a população rural à adoção de práticas agrícolas sustentáveis que contribuam, ainda, para a prevenção dos fogos florestais.
Desafio que deverá ter como parceiras as instituições de ensino superior que produzem conhecimento nestas áreas. Por isso mesmo pedimos a colaboração do professor Miguel Brito, especialista em solos, que lança a reflexão e alguns alertas através deste texto publicado na coluna Entre Aspas, do Diário do Minho.
Diário do Minho - 23 de março