INTERVENÇÃO CÍVICA EM DEFESA DO PATRIMÓNIO

Em 2012 a ASPA comemorou os 35 anos de intervenção em Braga e, numa cidade em que as intervenções livres dos cidadãos foram, durante anos, ignoradas, hostilizadas ou mesmo reprimidas, a ASPA, contra ventos e marés, sempre demonstrou, no terreno, que é verdadeiramente uma instituição de utilidade pública.
Numa época em que poucos perseguem utopias, não queremos descrer da presente e desistir do futuro, porque acreditamos que a cidade ideal, "sem muros nem ameias", ainda é possível.
DEZEMBRO DE 2013
O novo executivo municipal suspende o PDM na área da ZEP das Sete Fontes.
Foi dado o 1º passo e há, finalmente, a esperança para o Monumento Nacional.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

PDM de Braga - U.O.P.G. 9 "Parque de Sete Fontes e Envolvente"

O PDM de Braga reserva-nos surpresas relativamente à área abrangida pelo Sistema Hidráulico Setecentista, conhecido por Complexo das Sete Fontes. 
Relembramos que foi classificado como Monumento Nacional em 2011, como resultado de uma Petição que levou o caso à Assembleia da República. 
Em Fevereiro de 2015, a ASPA e Peticionários participaram no processo de discussão pública da 2º revisão do PDM, documento estratégico para o concelho aprovado na Assembleia Municipal de 26 de junho. 
Pouco foi atendido.

O que mudou:
  • a U.O.P.G. 9 aumentou para 177 ha, sendo acrescentada a zona industrial a noroeste (vermelho) e a zona do Convento de Montariol a oeste;
  • foi retirada a rede viária com 4 faixas de rodagem apresentada na discussão pública do PDM;
  • foi definida uma área, junto ao hospital, para empresas inovadores e tecnologias do setor da saúde, que não estava prevista na versão colocada a discussão pública.
O que falhou:
  • Continua a não ser explícito, no Regulamento do PDM, o objetivo de elaboração do Plano de Pormenor e Salvaguarda.
  • Foram mantidos espaços urbanizáveis (ER5) em área de ZEP.
  • A área verde continua reduzida face às expetativas de um Parque Verde.
Falta o estudo hidrogeológico que irá caracterizar o sistema hidráulico (zonas de adução de água ao Sistema, extensão das minas, etc.).
Será mesmo possível concretizar as urbanizações em ZEP do Monumento Nacional?
U.O.P.G. 9

REGULAMENTO do PDM - opções para as Sete Fontes e envolvente
                                                        Ampliar                                                                    Ampliar

Falta, agora, a elaboração do Plano de Pormenor e Salvaguarda.
Ampliar
Ampliar



segunda-feira, 29 de junho de 2015

ENTRE ASPAS - "Bracara Augusta: Património, Divulgação e Turismo"

O colóquio “Cidades, Património e Desenvolvimento” foi um momento forte de reflexão sobre o tema. Pouco divulgado, pouco participado, pouco impacto teve na cidade!
Aqui deixamos o contributo dos especialistas convidados...
Diário do Minho - 29 de junho

sexta-feira, 19 de junho de 2015

FESTAS DE S. JOÃO

Para além do rigor da informação prestada e da bibliografia que disponibiliza sobre as Festas do S. João, o Professor Doutor Aurélio de Oliveira deixa também um desafio à AFSJB.

Ampliar

Ampliar
  
Ampliar
Ampliar

Ampliar






segunda-feira, 15 de junho de 2015

ENTRE ASPAS - "ESPAÇOS VERDES: o que mudou nos últimos 113 anos"

A gestão dos espaços verdes requer a existência de uma planificação com rigor técnico e que não pode ser encarada no horizonte imediato do mandato, mas sim a médio e longo prazo. 
Ampliar
Diário do Minho - 15 de junho de 2015
Há anos que a ASPA tem partilhado, através da coluna Entre Aspas,  a preocupação relativa a espaços verdes. Destacamos intervenções mais recentes:
A delegação de competências nas Juntas de Freguesia, no que diz respeito a gestão e manutenção de espaços verdes (artº 132º  da Lei nº 75/2013, de 12 de setembro), poderá agudizar, ainda mais, a atual situação. Para evitar riscos consideramos urgente:

segunda-feira, 1 de junho de 2015

ENTRE ASPAS - "Revivendo a tradição dos MAIOS"

No Norte colhem-se, ainda, ramos de Maias (giestas floridas) pelos campos e montes e penduram-se em portas, janelas e nos meios de transporte, para dar as boas vindas ao luminoso Sol, atrair a fartura, sorte, alegria e proteger das energias negativas.
Fazem-se coroas de flores e venera-se a natureza e o renascer da vida.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

VALORIZAÇÃO DE BRACARA AUGUSTA... há novidades a anunciar na Braga Romana?


Ao longo de quase 40 anos, desde a sua fundação, a ASPA denunciou atentados contra Bracara Augusta, sensibilizou os bracarenses para a sua defesa e incentivou a  valorização.
Os textos publicados na coluna Entre Aspas, no Diário do Minho, demonstram a persistência na luta pela defesa desse património arqueológico* que a todos nós pertence. 
Nos últimos anos, enquanto cidades com património idêntico apostavam na sua valorização (destacamos Lisboa ou Mérida, entre outras cidades da vizinha Espanha), Braga não tem sido capaz de perceber que muito teria a  ganhar com uma opção idêntica, apesar dos estudos realizados pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.
       Ampliar                                 Ampliar                               Ampliar                                         

Bracara Augusta como recurso turístico - para quando?
Ampliar
Ficção em 2012. Quando se tornará realidade?
Ampliar
Para quando?







Dos recursos de Bracara Augusta só foram recuperados e valorizados:
  • as ruínas das Frigideiras do Cantinho;
  • os banhos pré-romanos da Gare dos Caminhos de Ferro; 
  • a Fonte do Ídolo; 
  • o peristilum da Domus de Santiago;
  • os banhos romanos do Alto da Cividade;
  • as ruínas da Escola Velha da Sé (visitáveis mediante marcação prévia).

O Teatro Romano e a Ínsula das Carvalheiras, continuam esquecidos, entre prédios. A necrópole e ruínas descobertas nas obras do Street Fashion estão escondidas nas caves de um centro comercial que as oculta. 
Recursos que aguardam uma oportunidade que lhes restitua  a dignidade que  em tempos tiveram.

* aspa.pt    Entre Aspas

segunda-feira, 18 de maio de 2015

ENTRE ASPAS - "Manutenção do espaço arbóreo, podas e reclamações"

As chamadas podas camarárias, à base de mutilações de árvores, reduzem drasticamente a sua longevidade, tornam estas mais vulneráveis à doenças, acelerando o risco de queda...".
Diário do Minho - 18 de maio

sábado, 9 de maio de 2015

Gemeram os prelos no Minho em 2014

Henrique Barreto Nunes apresenta-nos um breve balanço da actividade editorial minhota no ano de 2014. 
Um desafio à descoberta destas obras e, também, um elogio à actividade impressora como veículo de divulgação de informação e conhecimento.
                                                Ampliar
Diário do Minho - 6 de Maio 2015 
        Ampliar                                                                                                             Ampliar




terça-feira, 5 de maio de 2015

ENTRE ASPAS - "O Estudo e Conservação das Antiguidades do Arcebispado de Braga"

Ampliação
                                        
"O estudo das antiguidades, como outrora se dizia, tem uma longa tradição no Norte de Portugal, que remonta ao séc. XVI. Braga e o Arcebispado contribuíram decisivamente para manter e aprofundar essa tradição. As referências de Dom Rodrigo da Cunha acerca de Bracara Augusta foram comprovadas por estudos arqueológicos do séc. XX e XXI. O primeiro desenho de Arte Rupestre em Portugal (Cachão da Rapa, Vale do Douro) foi divulgado na obra do Contador de Argote. O estudo dos vestígios materiais do passado em Portugal destacou-se em Braga desde o Renascimento, facto que não pode ser ignorado, tal como o contributo de Francisco Martins Sarmento e de Guimarães. 
Esta dinâmica prossegue no séc. XXI."

segunda-feira, 27 de abril de 2015

UMA HORTA EM CASA

Semear, ver crescer as plantas e utilizá-las para fins alimentares ou medicinais, ainda está ao alcance de quem vive na cidade. UMA HORTA EM CASA pode ser a solução para quem não desistiu desse sonho.
Ampliar
                                                   

segunda-feira, 20 de abril de 2015

ENTRE ASPAS - "Sinalética urbana e a descoberta do património"

Braga não tem uma estátua que evoque vivências  de Bracara Augusta, da Braga Medieval ou Barroca, nem painéis informativos que incentivem à descoberta dos monumentos dessas épocas. Não tem representações físicas que relembrem aos turistas que nos visitam ao longo do ano, que se justifica voltar na Semana Santa, na Braga Romana, no São João, na Braga Medieval (evento já realizado e, lamentavelmente, abandonado). Não tem sinalética global apelativa, em locais centrais, que desafie e oriente os visitantes à descoberta da cidade e do concelho.
                                                                       Ampliar
Diário do Minho - 20 abril 2015